Quem deseja empreender, precisa fazer uma série de escolhas. Uma das principais é o setor em que vai investir, já que é a partir dessa delimitação que outros elementos poderão ser selecionados. Se o seu intuito é optar por um negócio no ramo alimentício, saiba que essa é uma boa ideia.

O setor está em amplo crescimento e, mesmo em tempos de crise, os resultados são positivos. Seja na modalidade de franquia, seja começando um negócio do zero, o segmento de alimentos é bastante interessante e apresenta grandes chances de sucesso.

Para confirmar todas essas afirmações, este post traz um guia completo para investir em um negócio no ramo alimentício. Aqui, você verá os seguintes tópicos:

  • por que investir no setor alimentício;

  • quais são as opções desse mercado;

  • dicas para investir no seu negócio;

  • por onde começar;

  • vantagens de trabalhar nesse segmento.

Então, que tal saber mais? Acompanhe!

Por que investir em um negócio no ramo alimentício?

A abertura de uma empresa exige que você pense em várias questões. É necessário empreender em um segmento que gosta e com o qual se identifica, mas também é preciso pensar em um setor que tenha boas chances de sucesso.

Essas características podem ser encontradas na área alimentícia, uma das que mais crescem, apesar da crise pela qual o Brasil passou nos últimos anos. Essa afirmação é confirmada por dados da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA), da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Juntas, essas entidades apresentam um panorama bem claro do porquê você deve investir, mas focam lados diferentes. A primeira é voltada para todo o setor e a segunda, para as franquias. Veja os dados na sequência!

Dados de todo o setor

O faturamento nominal do setor alimentício, segundo a ABIA, cresceu 9,3% em 2016 se comparado a 2015, o que representou R$ 614,3 bilhões em dados absolutos. O segmento que apresentou mais alta foi o de transformação de alimentos e bebidas, com R$ 550,8 bilhões em valor bruto de produção. Esse também é o setor que mais empregou em 2016, fechando o ano com 1,6 milhão de trabalhadores.

Em relação às exportações, o setor fechou 2016 com 36,4 bilhões de dólares, sendo que em 2015 o resultado havia sido de 35,2 bilhões de dólares. A contribuição para o superávit da balança comercial foi de 47,7 bilhões de dólares.

Apesar de a produção ter apresentado queda de 0,96%, esse dado foi melhor que o de 2015, quando o recuo havia ficado em 2,9%. Já as vendas passaram de uma retração de 2,73% em 2015 para um encolhimento de 0,63%.

A expectativa da ABIA é que o setor alimentício melhore ainda mais em 2017. O crescimento para a produção física deve ficar entre 0,6% e 2,1%. Já as vendas reais devem ter alta entre 0,7% e 1,5%. Por fim, a expectativa para as exportações é de um resultado entre 37 bilhões e 40 bilhões de dólares.

Por sua vez, os dados da Abrasel apontam para uma melhora gradual do setor em 2017. Como nos últimos anos 39% dos estabelecimentos vinham operando no prejuízo, a entidade espera que, até o final de 2017, o resultado caia para 20% a 25%.

Apesar de o dado ainda ser negativo, evidencia que as pessoas estão voltando a comer fora de casa, tanto é que o crescimento nominal esperado para o faturamento do setor em 2017 é de 10,9%. A previsão é de que a alta real seja de 1,5%.

Dados das franquias

Nesse segmento de mercado, os dados também foram positivos em 2016. Enquanto o mercado de franchising cresceu 8,3% nesse ano segundo a ABF, o setor de alimentação apresentou alta de 8,8%, sendo o 4º colocado no ranking de segmentos que tiveram resultados mais positivos.

A ABF também indica que o setor de alimentos é o mais representativo e um dos mais tradicionais. Os fatores que impulsionaram o resultado positivo foram as promoções e a diversificação dos canais de venda, já que começaram a ser utilizados, por exemplo, aplicativos para trazer uma nova experiência de compra ao consumidor.

É importante destacar, ainda, que o setor de alimentos é um dos mais internacionalizados, tendo ficado com a 2ª posição, chegando a 15,9%. Isso significa que há muitas marcas franqueadas nesse ramo que também operam em outros países.

Todos esses dados evidenciam que as chances de sucesso ao abrir um negócio no setor alimentício são grandes. No entanto, há outros fatores que devem ser considerados.

Quais são as opções desse mercado?

A escolha por abrir um negócio no ramo de alimentos exige que você pense no formato do seu estabelecimento. Há várias opções que podem ser adotadas. Tudo depende daquilo que você pretende vender, da ideia que possui e do valor que tem para investir.

Veja as alternativas que esse mercado oferece:

Restaurantes

Essa modalidade é uma das mais comuns e que mais oferece diversidade. Ao abrir um restaurante, você pode optar por oferecer os formatos a quilo ou à la carte, que têm como foco públicos diferentes.

De modo geral, o primeiro é mais voltado para pessoas que almoçam fora durante a semana, querem gastar menos e ter a comida servida rapidamente. Já o formato à la carte tende a ter pratos mais caros, mas que atingem um público que quer mais qualidade e pedir algo conforme a sua necessidade naquele momento.

Além disso, o restaurante pode ter alguma temática, por exemplo, comida indiana, tailandesa, brasileira etc. ou até mesmo utilizar algum tipo de gastronomia como foco de cada dia da semana.

A comida pode ser mais ou menos requintada e gourmet, conforme o modelo de negócio que deseja abrir e o público que pretende atrair para o seu estabelecimento.

Bares

Esses são estabelecimentos que costumam abrir somente ao final da tarde e têm como foco o happy hour. No entanto, eles também podem abrir em outros horários do dia, especialmente em cidades praianas, durante o período de temporada.

Há diversos estilos de bares:

  • american bar: é o formato tradicional, que geralmente tem um armário que expõe as bebidas, um balcão com banquetas e mesas para os clientes. A montagem deve se voltar para o centro do balcão. A atração é o barman, que prepara os drinques e coquetéis e coloca os itens nas bandejas levadas pelos garçons;

  • pub: é o formato irlandês e britânico. O nome vem da expressão public house, que significa casa aberta ao público. Pode contar com jogos de tabuleiros e de dardos. Em alguns casos, também há mesas de sinuca. A bebida mais vendida costuma ser a cerveja;

  • café: é um tipo mais comum e que tende a ficar aberto o dia todo por vender bebidas alcoólicas e não alcoólicas, sendo que muitas têm o próprio café como base. São bastante comuns na Europa e são considerados pontos de encontro;

  • saloon: é um formato característico do Oeste dos Estados Unidos, que tem um gênero mais rústico. Pode funcionar como restaurante, bar, casa de diversão e até ter hospedagem. Atualmente, não é muito comum;

  • piano bar: é parecido com o formato american, mas tem música ao vivo em piano. É mais comum em hotéis;

  • bar molhado: é aquele cujo serviço é realizado à beira da piscina, o que permite aos clientes consumirem as bebidas dentro ou fora da água. É mais facilmente encontrado em hotéis à beira-mar e resorts.

Food trucks

Esses estabelecimentos são uma evolução dos antigos carrinhos de lanches que vendiam sua comida na rua. Foram criados nos Estados Unidos e, depois de virarem uma febre por lá, tomaram conta do Brasil nos últimos anos.

Sua principal característica é a adaptação de um veículo para a realização e montagem dos alimentos. Ou seja, a cozinha é móvel e pode estar em qualquer lugar da cidade. Para isso, podem ser usados furgões, trailers, caminhonetes, kombis e até caminhões adaptados.

Outro detalhe é que a comida é um pouco diferente daquela servida tradicionalmente na rua. Assim, podem ser vendidos os lanches mais comuns, como X saladas e cachorros-quentes, mas eles possuem algumas diferenças, encaixando-se na categoria de gourmets.

Também há food trucks que vendem porções de pratos prontos, por exemplo, de massas, comidas típicas, sobremesas e por aí vai.

Lanchonetes

Esses estabelecimentos são mais simples que os restaurantes e costumam vender lanches, que também podem ser saudáveis. Costumam ter um balcão com banquetas e também mesas para sentar.

Os lanches podem estar prontos ou serem feitos na hora. O local também pode focar a venda de sucos diferentes, açaí, sorvetes etc. para incrementar os produtos oferecidos.

Delivery

A entrega de comidas prontas é um ramo em expansão. Apostar nesse setor é bem interessante, já que as pessoas têm pouco tempo para cozinhar e muitas buscam uma comida mais saudável e barata para o almoço durante a semana.

Por isso, cada vez mais surgem opções de marmitas saudáveis, saladas no pote, comidas congeladas light e outras alternativas similares.

É importante destacar que cada uma dessas modalidades possibilita a comercialização de qualquer alimento. Por exemplo: você pode ter um restaurante ou um food truck que venda comida saudável ou somente alimentos orgânicos.

Os formatos, portanto, não são limitadores para o tipo de comida que você deseja servir. Para chegar a esse aspecto, é preciso pensar em outros elementos.

Quais são as dicas para investir no seu negócio?

Este artigo já mostrou o que você precisa considerar e os motivos pelos quais deve investir no setor de alimentos. No entanto, as dicas ultrapassam esses elementos. É preciso tomar muitas outras atitudes antes de começar a trabalhar.

Veja algumas sugestões do que fazer para aumentar suas chances de sucesso!

Faça algo que realmente goste

A ideia de que você precisa fazer algo que ame é fundamental. Pode parecer clichê, mas a verdade é que, quando você ama o que faz, tem mais vontade de seguir em frente e realizar o que é necessário.

No caso do ramo alimentício, é preciso gostar de cozinhar e entender sobre gastronomia. Talvez você não saiba tudo atualmente, mas pode correr atrás, fazer cursos e ler sobre o setor a fim de ter um conhecimento maior.

Além disso, não adianta abrir um estabelecimento que vende salgados fritos, como uma lanchonete, se o que você adora é comida saudável. Observe seus próprios hábitos de consumo para saber onde deseja chegar e as pessoas que pretende atingir.

Pesquise antes de abrir o seu estabelecimento

Sua paixão é importante, mas também é necessário confirmar que há demanda para o tipo de negócio alimentício que pretende abrir. Faça uma pesquisa de mercado e verifique se o público-alvo deseja ter acesso a um estabelecimento como o que pensa em ter.

Por exemplo: muitas cidades têm serviços de marmitas light e entregam no trabalho do cliente a refeição do dia. No ramo de alimentação saudável, também há empresas que atuam com saladas no pote.

Porém, pode ser que na sua região as pessoas procurem comida mais caseira. Então, talvez seja a hora de apostar em marmitas ou buffets simples, que tenham mais esse tipo de comida.

Perceba também o espaço para novas oportunidades. É o caso de uma empresa de docinhos gourmet, por exemplo, ou de um hot dog gourmet, com ingredientes que ainda não sejam colocados na região onde vai abrir o estabelecimento.

Use ingredientes diferentes e de qualidade

O cardápio do seu estabelecimento alimentício pode até ser comum, mas usar ingredientes diferentes e de qualidade é o primeiro passo para se diferenciar e conquistar clientes.

Pesquise sobre tendências do ramo que pretende seguir. Por exemplo: em um cachorro-quente, pode criar combinações e colocar maionese trufada, como existe em outros países. Se o seu foco é o ramo de saladas, incremente-as com molhos diferenciados e coloque frutos do mar, como camarão e lula.

É importante destacar que os ingredientes vão variar bastante conforme a sua necessidade. Mesmo assim, vale a pena, mesmo que seja necessário colocar um acréscimo no valor, porque o resultado será muito mais gostoso.

Foque aquilo que faz de melhor

O sucesso não requer que você faça algo extremamente diferente. Mantenha simples, mas com qualidade. Esse é o segredo. Por exemplo: se você tem um food truck, opte por menos opções de pratos, desde que todos eles sejam feitos com qualidade.

Se trabalha com delivery, tente fazer a comida pouco tempo antes de entregar ao cliente. Isso torna o sabor ainda melhor e o cliente se satisfaz e fideliza devido à qualidade.

Treine os colaboradores

O treinamento é essencial para que os colaboradores da sua equipe tratem bem os clientes e saibam o que deve ser feito e quais regras seguir. Mostre a todos como o processo funciona, quais são os ingredientes utilizados e os pratos elaborados.

Indique qual é o padrão de qualidade e o que não é aceitável. O objetivo é fazer com que todos sigam o mesmo caminho e que o cliente não sinta diferenças ao consumir o alimento que vende em dias diferentes.

Aposte em uma identidade visual

Esse elemento é fundamental para que a sua marca seja reconhecida pelos clientes. Quando você abre uma unidade franqueada, não precisa se preocupar com esse aspecto, porque ele já está definido. No entanto, se está começando seu negócio do zero, você deve pensar sobre o assunto.

Por exemplo: ao entregar marmitas, opte por uma embalagem igual todos os dias. Também vale a pena selecionar caixas e pacotes bonitos, coloridos, sustentáveis ou com algum diferencial que chame a atenção do consumidor.

Promova uma verdadeira experiência

Seu objetivo é vender mais do que um alimento. A experiência deve ser o foco, porque é assim que o seu cliente se sentirá satisfeito e poderá se fidelizar.

Verifique o que o seu produto tem de diferente, o que seu estabelecimento oferece além dos outros e como pode se destacar da concorrência. Por exemplo: é possível aliar praticidade à qualidade. Ou economia a uma alimentação saudável.

Por fim, tenha em mente que o atendimento é crucial nesse aspecto. Portanto, valorize esse aspecto e cobre para que a sua equipe também tenha essa característica como elemento-base para o sucesso.

Por onde começar?

A abertura de um negócio no ramo de alimentos passa por algumas etapas burocráticas e administrativas, que ajudam ainda a gestão da empresa. Veja o que você precisa fazer nesse momento inicial!

Elabore um plano de negócios

Esse documento é guia para o empreendedor reconhecer quais são seus objetivos e as etapas que devem ser cumpridas para que as metas traçadas sejam alcançadas. O plano de negócios também permite identificar como será a sua atuação como empreendedor e ajuda a reduzir os riscos do empreendimento.

Conte com a ajuda de profissionais especializados

O processo de abertura da sua loja depende do auxílio de diferentes especialistas. Arquitetos e engenheiros podem orientar sobre a reforma ou construção do local, para que o estabelecimento siga as regras exigidas pela legislação.

Já o contador e o advogado podem facilitar a abertura da empresa perante a Prefeitura e outros órgãos do governo. Lembre-se de que é necessário conseguir diversos alvarás (sanitário, de Bombeiros, funcionamento etc.) e cumprir diferentes diretrizes.

É importante mencionar que no caso dos food trucks, as exigências podem ser um pouco diversas. É o caso, por exemplo, do seguimento das regras do Departamento Nacional de Transportes (Denatran).

Tenha o valor para o investimento inicial e capital de giro

A abertura de um negócio exige que você tenha dinheiro tanto para os primeiros investimentos quanto para o funcionamento diário ao longo dos meses, o chamado capital de giro.

O valor máximo de investimento deve ter como base de cálculo o faturamento projetado. Observe que o lucro líquido deve ficar acima de 4% do emprego de dinheiro feito no negócio.

Se você for abrir uma franquia, esse processo é mais simples, porque a marca já indica o valor de investimento inicial e também o capital de giro necessário.

Considere o fluxo de pessoas na região

O local em que você vai instalar o seu negócio deve contar com grande fluxo de pessoas, como é o caso de bancos, universidades, lojas de varejo ou grandes empresas. Essas regiões ainda possuem alta concentração de concorrentes. Por isso, é preciso estar atento a eles.

Nesse caso, também é necessário considerar o público específico para o seu estabelecimento. Por exemplo: restaurantes à la carte costumam ter um movimento maior durante a noite. Por sua vez, aqueles que vendem a quilo são mais recomendados em áreas comerciais.

Verifique a possibilidade de instalar o seu negócio na Prefeitura

Alguns locais nem sempre aceitam todo tipo de empreendimento. É preciso fazer a chamada análise de viabilidade antes de qualquer coisa para ter certeza de que poderá abrir seu estabelecimento naquele local.

Essa questão depende do zoneamento municipal e, por isso, só pode ser conferido pela Prefeitura. No entanto, depois da análise de viabilidade, é mais fácil dar entrada nos alvarás.

Analise os seus conhecimentos no ramo

O talento na cozinha não é o único fator que deve ser considerado ao abrir um negócio no setor alimentício. Na realidade, é necessário focar um conjunto de elementos que vão fazer o sucesso chegar mais rápido. Entre eles, estão: bom cardápio, conforto, atendimento e preço justo. O plano de negócios também pode ajudar aqui.

Quais são as vantagens de trabalhar no ramo alimentício?

O setor de alimentos é um dos mais promissores e buscados pelos novos empreendedores. Isso ocorre pelo fato de que há diversas vantagens ao atuar nesse segmento. Confira algumas delas:

Sente pouco os efeitos da crise

O setor alimentício é o último a sentir os efeitos da crise e também é o primeiro a sair. Sabe por quê? Ao fazerem cortes no orçamento pessoal ou familiar, as pessoas primeiro reduzem os supérfluos — e a alimentação não entra nesse segmento.

Além disso, as inovações no setor são constantes e facilitam a entrada e o desenvolvimento de novos negócios. Ao mesmo tempo, essas características também fazem com que a empresa volte a ter resultados positivos facilmente, especialmente se contar com menus e receitas diferentes.

Por fim, se você tem pouco dinheiro para investir ou está com receio dos efeitos da crise, pode apostar em alternativas mais econômicas, como os food trucks e a sua variação, as food bikes (quando a cozinha é adaptada para uma bicicleta).

Possui baixo custo

Os produtos vendidos costumam ter baixo custo, inclusive quando você utiliza ingredientes diferenciados e de alta qualidade. Isso é verificado ainda mais quando você opta por receitas caseiras.

Caso a sua opção seja por receitas sofisticadas, por exemplo, as japonesas, o custo é mais alto, mas o retorno também é proporcionalmente elevado.

Apresenta lucro alto

O lucro no setor alimentício é um dos mais altos e pode alcançar 500%. Essa questão é verificada pelo fato de o investimento ter um custo baixo, o que aumenta a margem de lucro. É importante destacar que nessa área é muito difícil ter um rendimento abaixo de 200%, o que agiliza a recuperação do montante investido inicialmente.

Permite a transformação em um negócio de família

O seu estabelecimento pode virar uma empresa familiar. Você pode atuar junto com seus familiares na produção, vendas ou administração. Assim, é possível ter uma segurança maior para tomar decisões e fazer com que o negócio cresça.

Agora você já viu o que precisa considerar ao abrir um negócio no ramo alimentício. Seguindo as dicas deste guia completo, as suas chances de sucesso são muito mais altas! Aproveite para ver outras sugestões assinando a nossa newsletter. Você receberá nossos conteúdos diretamente na sua caixa de entrada!

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